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Por Henrique Borges, em março 1st, 2010
Parte das responsabilidades de um líder, seja ele um líder técnico ou gerente, é perceber que não pode fazer tudo sozinho. Ele deve e precisa aprender a delegar atividades e decisões para aumentar sua produtividade e da equipe que é responsável, melhorar as habilidades e capacidades do time e desenvolver as pessoas sob sua liderança. Delegar não é fácil, no entanto. Neste post descrevo um checklist a ser seguido para delegar melhor.
Por Henrique Borges, em setembro 28th, 2009
O ciclo do PDCA, juntamente com “Elimine desperdícios” e os outros princípios, são considerados como a razão por trás de como fazemos as coisas e vão guiar as escolhas que faremos na hora de adaptar e criar práticas e técnicas. Entenda neste post o primeiro dos princípios que está por trás das práticas da Inovação Enxuta.
Por Henrique Borges, em setembro 21st, 2009
Foi divulgado nesta sexta-feira a lista de aprovados no PRIME e a FAST foi aprovada com uma ferramenta de suporte à geração de produtos inovadores. Com ela será possivel acompanhar, validar e medir o processo de desenvolvimento de novos produtos diminuindo as chances de fracasso e perda de recursos. Será direcionada ao mercado corporativo e focada no segmento de pequenas e médias empresas que buscam aumentar a competitividade através da inovação.
Por Henrique Borges, em setembro 14th, 2009
Então você teve uma idéia fantástica que vai revolucionar o mundo e/ou lhe trazer muito dinheiro. Seu primeiro passo é correr para implementar logo o novo produto/serviço antes que competidores o façam, certo? Errado! Seguindo a Inovação Enxuta (ou qualquer Gestão da Inovação) isso pode até ser seu próximo passo, mas antes de jogar tempo, esforço e dinheiro fora, passe uma horinha que seja pensando bem quais são as hipóteses que você acha que vão fazer do seu produto uma grande inovação. Neste post explico como fazer isso e qual o objetivo desta prática.
Por Henrique Borges, em setembro 7th, 2009
Ao querer mudar radicalmente a maneira como gerencia a Inovação, uma equipe pode querer adotar novas práticas e técnicas ou pode querer entender e estudar profundamente os princípios por trás daquelas técnicas antes de usá-las, talvez até modificando-as para adequar-se melhor a situação. Neste post, comento um pouco desta dicotomia e como estarei tratando-a na série sobre Inovação Enxuta
Por Henrique Borges, em agosto 24th, 2009
Apesar da primeira frase, esse post não é apenas um daqueles testes de raciocínio a começar com “responda rápido”. A ideia, aqui, é chamar atenção para uma coisa essencial em startups e inovações: O tempo que a equipe/empresa leva para criar e responder hipóteses sobre novos produtos. Neste post, falo um pouco sobre a importância dessa pergunta e sugiro uma nova abordagem para o problema da inovação: a “Inovação Enxuta”.
Por Henrique Borges, em agosto 17th, 2009
Recentemente, Kent Beck descreveu uma metáfora em seu blog sobre quatro fases de uma Startup, imitando a decolagem de um avião. Neste post, me baseio nas idéias de Beck para definir as 5 fases de um novo Software ou inovação em TI e os princípios, técnicas e práticas de desenvolvimento que recomendo usar em cada uma dessas fases
Por Henrique Borges, em agosto 10th, 2009
Acho Economia uma área extremamente interessante pra entender como o mundo funciona. Os textos mais esclarecedores que li foram dessa área. Recentemente, li um artigo de Malcolm Gladwell com uma resenha sobre o livro “Free” que se relaciona com Teoria da Produção. Neste post, tento explicar um pouco do assunto e trago suas implicações para TI
Por Henrique Borges, em agosto 3rd, 2009
Acredito que times bem formados e liderados aprendem e melhoram simplesmente como resultado do trabalho diário. Uma das principais dificuldades de gerenciar é saber distinguir quando o líder (principalmente técnico) deve ou não resolver uma dificuldade encontrada. Qualquer um dos extremos é prejudicial. Neste post, dou dicas para ajudar o líder a distinguir quando ele deve ajudar seu liderado e quando ele deve deixar que ele resolva sozinho
Por Henrique Borges, em julho 27th, 2009
Chega de pensar em premiar seus melhores colaboradores apenas com dinheiro. Bônus monetários e vale-brindes são apenas uma das muitas formas de satisfação e, se mal usados, tendem a virar uma expectativa ao invés de um prêmio. Reserve o seu dinheiro para satisfazer as necessidades básicas dos colaboradores e passe a motivá-los e premiá-los com as outras 1000 maneiras que Bob Nelson descreve em seu livro “1001 maneiras de premiar seus colaboradores”. Neste post, comento um pouco sobre o livro.
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